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SpaceX, Blue Origin e Dynetics farão módulos lunares para a NASA

A NASA anunciou três novos contratos para o desenvolvimento de módulos lunares de pouso. Um deles poderia levar dois astronautas para a superfície da lua em 2024.

Entre as empresas escolhidas estão a SpaceX, que propôs à NASA o uso da espaçonave Starship, já em desenvolvimento para a exploração no espaço profundo, e uma "Equipe Nacional", liderada pelo empreendimento espacial Blue Origin. A equipe também conta com a ajuda das empresas aeroespaciais tradicionais, como a Lockheed Martin (LMT), a Northrop Grumman (NOC), e do grupo de pesquisa sem fins lucrativos Draper.

O terceiro contrato foi concedido à Dynetics, uma empresa fundada há 46 anos com sede em Huntsville, Alabama, para o desenvolvimento de seu próprio módulo lunar.

Durante uma coletiva de imprensa online na quinta-feira (1), o chefe da NASA, Jim Bridenstine, disse que a agência espacial avaliaria qual das três propostas poderia dar à NASA a "maior probabilidade de sucesso e o menor risco" de levar astronautas à Lua com segurança dentro do prazo de 2024 estabelecido pela agência.

"Grande notícia! A geração #Artemis está indo para a Lua para ficar. Estou animado em anunciar que selecionamos três empresas norte-americanas para desenvolver módulos de pouso humanos que colocarão astronautas na Lua: @BlueOrigin , @Dynetics e @SpaceX ", postou no Twitter.

Segundo a NASA, esse primeiro lote de contratos fornecerá às empresas financiamento para o desenvolvimento do projeto pelos próximos 10 meses. A Blue Origin, que a NASA disse estar mais longe no desenvolvimento de módulos lunares, receberá US$ 579 milhões. A Dynetics receberá US$ 253 milhões e a SpaceX, US$ 135 milhões. Um porta-voz da agência espacial disse que os valores destinados a cada empresa não indicam preferência por um sistema de pouso em detrimento de outro.

O módulo lunar é uma parte crucial do programa Artemis, que prevê o envio de dois astronautas – um homem e uma mulher – à Lua. Será a primeira missão em que seres humanos pisarão na superfície lunar desde o pouso da Apollo 17 em dezembro de 1972.

A dupla de astronautas entrará no módulo no trecho final da primeira missão tripulada de Artemis, depois de alcançar a órbita lunar a bordo da espaçonave Orion. O módulo de aterrissagem também os levará de volta à espaçonave Orion para a jornada de volta à Terra.

Em março de 2019, o vice-presidente Mike Pence surpreendeu a nação com o anúncio de que a NASA colocaria seres humanos de novo na Lua em 2024, usando "todos os meios necessários" – decisão que fez a agência espacial acelerar drasticamente seus planos anteriores de voltar à Lua apenas em 2028.

Posteriormente, a Nasa anunciou que a missão incluiria a primeira astronauta feminina a pousar na Lua e batizou o programa de Artemis, o nome da irmã gêmea de Apolo na mitologia grega.

O chefe da agência espacial, Jim Bridenstine, disse no ano passado que a NASA planeja assumir amplas parcerias com empresas privadas para acelerar a missão lunar. Em setembro, a NASA convidou oficialmente o setor privado a apresentar propostas para o projeto de um módulo lunar que transportasse humanos.

Meses antes, Jeff Bezos, o bilionário dono da Amazon e financiador da Blue Origin, havia viajado para Washington para mostrar o Blue Moon, sua visão de módulo lunar capaz de transportar carga e tripulação para o satélite natural da Terra.

Durante uma conferência em outubro, Bezos anunciou que a Blue Origin decidiu fazer parceria com a Lockheed, a Northrop e a Draper para participarem juntos da licitação da NASA.

A SpaceX também começou a investir pesadamente no desenvolvimento de seu sistema Starship no ano passado. Há tempos, o CEO Elon Musk vinha avisando que a empresa estava desenvolvendo a tecnologia que permitisse levar colonos humanos para Marte. Atualmente, a empresa está testando protótipos iniciais da espaçonave em suas instalações no sul do Texas.

É surpreendente que a NASA tenha selecionado a Starship como uma opção para o pouso na Lua, já que a espaçonave é do tipo all-in-one, ou de módulo único, projetada para transportar pessoas da superfície da Terra até a superfície da Lua ou de Marte, e voltar.

Um solução de peça única eliminaria a necessidade do Space Launch System, ou SLS, o foguete projetado pela NASA que a Boeing está construindo há anos para lançar astronautas no espaço profundo. Bridenstine havia expressado seu compromisso com o SLS, apesar das críticas aos excessos e atrasos nos custos do projeto. Dias atrás, ele disse a repórteres que estava aberto a usar outros foguetes para transportar um módulo lunar para a Lua, mas contou que os astronautas da NASA devem fazer essa jornada a bordo do Orion, que foi projetado para ser lançado no espaço no topo do foguete SLS. 

Não está claro se o SLS estará pronto para levar astronautas antes do prazo de 2024 fixado pela agência espacial. O SLS deveria voar em sua missão de teste inaugural em 2017, mas a experiência foi adiada para 2021. Já a NASA disse em março que apenas o trabalho "limitado" no SLS continuaria em meio à pandemia da COVID-19. A fabricação e o teste do veículo foram suspensos enquanto a agência trabalha para cumprir as políticas de distanciamento social e de segurança em casa, criadas para impedir a propagação do vírus.

Musk enfrentou ataques nas mídias sociais por seus comentários criticando ordens de fechamento nos Estados Unidos. O dono da Tesla participou da entrevista coletiva da NASA, mas não fez perguntas. Bridenstine se recusou a comentar o assunto, dizendo apenas que a NASA e a SpaceX estão trabalhando juntas para se preparar para uma histórica missão tripulada ainda este mês. A SpaceX planeja lançar dois astronautas da NASA na Estação Espacial Internacional a bordo da espaçonave Crew Dragon, desenvolvida pela empresa, em 27 de maio. 

A decisão da NASA de pousar humanos na Lua até 2024 tem sido amplamente criticada como algo fora da realidade. Também não está claro se o Congresso concederá à NASA financiamento suficiente para suas ambições lunares. A agência espacial recebeu a maior parte, mas não todo o dinheiro que pediu aos parlamentares para o projeto Artemis no orçamento aprovado em meados de dezembro.

Bridenstine garantiu a repórteres que o programa Artemis obteve apoio bipartidário entre os legisladores, e o chefe de voos espaciais da NASA, Doug Loverro, disse que não espera "nenhum impacto" no orçamento da NASA devido à pandemia de coronavírus.


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Fonte: CNN Brasil



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